O Programa de Engenharia Química da UFRJ anuncia a realização do curso de extensão “Reologia Aplicada nos Materiais Líquidos e Semi-Sólidos”, que será ministrado por Jorge Maia, da Anton Paar, no dia 16 de setembro de 2025, das 8h30 às 15h30, no Programa de Engenharia Química, CT, Bloco G, sala 119. O curso terá carga horária de seis horas.
A atividade é recomendada para graduandos, pós-graduandos e profissionais que atuam com materiais, além de interessados em ampliar seus conhecimentos sobre o tema. Não há pré-requisito para inscrição.
O objetivo do curso é apresentar a ciência da reologia de forma acessível e prática, evidenciando como ela pode ser aplicada na pesquisa, na indústria e em diferentes áreas, como engenharia, metalurgia, química, construção civil, medicina, farmacêutica, alimentos, exploração de petróleo e commodities. A proposta é discutir problemas reais, soluções e aplicações do cotidiano, demonstrando como a reologia pode ser uma ferramenta essencial tanto no meio acadêmico quanto no produtivo.
O programa contempla tópicos sobre reologia rotacional e oscilatória, além da demonstração prática de ensaios com equipamentos. Terão direito ao certificado digital os participantes que obtiverem no mínimo 75% de presença e entregarem a ficha de avaliação ao final do curso.
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Fonte: escolapiloto.peq
O Programa de Engenharia Química (PEQ/COPPE-UFRJ) está com inscrições abertas para doutorandos(as) interessados(as) em realizar parte de seus estudos no exterior por meio do Programa PDSE-CAPES (Doutorado Sanduíche).
Quem pode se candidatar: doutorandos(as) regularmente matriculados(as) no Programa de Engenharia Química que já tenham realizado ou agendado o exame de qualificação antes da viagem.
Período de realização do estágio no exterior: entre janeiro e fevereiro de 2026, com duração de quatro a seis meses.
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Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), mais de 185 mil pessoas recebem, anualmente, o diagnóstico de câncer de pele no Brasil. Trata-se do tipo mais comum da doença no país e, muitas vezes, passível de prevenção com cuidados adequados de proteção solar. Nesse cenário, surgem soluções inovadoras que ampliam a eficácia dos filtros solares e reduzem riscos tanto à saúde humana quanto ao meio ambiente.
Foi assim que nasceu a BioBeads®, startup residente na Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ. A tecnologia, iniciada em um laboratório da Coppe, promete multiplicar em até 10 vezes a proteção solar, utilizando os mesmos compostos químicos presentes nos protetores convencionais, mas em uma fórmula mais segura e sustentável.
A inovação substitui microplásticos por micro e nanopartículas biodegradáveis e biocompatíveis, reduzindo em até 60% o uso de ativos químicos e minimizando o contato direto desses compostos com a pele. O resultado é uma solução que diminui reações alérgicas e evita a contaminação ambiental, contribuindo para a preservação de corais e ecossistemas marinhos.
A tecnologia tem origem nas pesquisas de mestrado e doutorado das engenheiras Martina Pinto e Luciana Dutra, no Laboratório de Engenharia de Polimerização (Engepol), do Programa de Engenharia Química (PEQ/Coppe). Hoje, além de pesquisadoras de pós-doutorado, elas compõem a área técnica e o quadro societário da BioBeads®, ao lado de Rafael Lima, doutorando da Escola de Química. Com duas patentes concedidas e apoio de agências como Faperj, CNPq e Finep, a empresa avança para levar o produto ao mercado, alinhada aos princípios da economia circular e da biotecnologia sustentável.
A BioBeads® integra o programa de incubação da Coppe, que contempla quatro áreas estratégicas: Saúde, Energia, Inteligência Artificial e Social. “Esse apoio é fundamental para que possamos investir em equipamentos e infraestrutura de ponta, além de transformar pesquisa de alto nível em soluções reais para problemas urgentes”, destaca Amon Costa, também sócio da startup.
Nos próximos dois anos, a empresa pretende fechar parceria com uma grande marca de cosméticos e lançar o protetor solar em escala comercial. Recentemente, a BioBeads® foi aprovada no edital “Seleção Pública MCTI/FINEP/FNDCT – Programa de Apoio à Comercialização de Propriedade Intelectual”, o que deve acelerar ainda mais os avanços da tecnologia.
Saiba mais sobre a BioBeads®
Fonte: COPPE UFRJ
A Coppe/UFRJ voltou a se destacar no Prêmio Inventor Petrobras 2025, uma das mais importantes premiações de inovação do país, que reconhece tecnologias aplicadas ao setor de energia e resultantes em registros de patentes. Nesta 25ª edição, nove tecnologias desenvolvidas pela Coppe e por unidades parceiras da UFRJ foram contempladas, além de uma startup residente na Incubadora de Empresas da Coppe, consolidando a universidade como referência em ciência, tecnologia e inovação.
Entre os premiados está o professor José Carlos Pinto (PEQ), contemplado com dois projetos:
• Método de Monitoramento e Diagnóstico de Anomalias de Propriedades de Fluido de Perfuração e Mídia de Armazenamento Legível por Computador;
• Método Implementado por Computador para Quantificação Mineral por Difratometria de Raios-X e Meio de Armazenamento Não Transitório Legível por Computador.
Os projetos vencedores reuniram pesquisadores e alunos dos Programas de Engenharia Civil (PEC), Engenharia Química (PEQ) e Engenharia Metalúrgica e de Materiais (PEMM) da Coppe, com destaque para o PEMM, que teve nove pesquisadores e estudantes premiados.
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Fonte: COPPE UFRJ
A Academia Nacional de Engenharia (ANE) parabenizou o professor José Carlos Pinto, do Programa de Engenharia Química (PEQ) da COPPE/UFRJ, por sua inclusão na renomada lista "Best Scientists in the World by Discipline 2025", elaborada pela Research.com. O ranking internacional reconhece os pesquisadores com maior impacto científico em suas áreas de atuação.
Professor titular da UFRJ, José Carlos Pinto é uma referência em engenharia química, com contribuições expressivas em áreas como modelagem de processos, controle avançado e otimização. Seu destaque reforça a excelência da pesquisa desenvolvida no PEQ e o protagonismo da COPPE/UFRJ no cenário científico internacional.
A menção feita pela ANE destaca o papel do professor não apenas como cientista de renome, mas também como formador de gerações de engenheiros que contribuem para o avanço da ciência e da tecnologia no Brasil.
Fonte: LinkedIn ANE